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Friday, October 01, 2004

Desta vez chega de poemas a brilhar e de palavras a rimar...
às vezes é preciso descontrair...

Quero demonstar o meu desagrado com situações, com infidelidades bárbaras e infidelidades não serão certamente relacionais, mas infedilidade intra-pessoais.
As pessoas pensam que podem ser e fazer tudo! Raramente o podem na verdade! Há regras muito específica para todos nós habitantes no mar do amor, na flor da amizade, na angustia da infidelidade intra-pessoal!
Esta infidelidade é a mais profunda e cortante, aliás como a questão de sermos trocados amigavelmente ou matrimonialmente.
O casamento dos princípios com os nossos actos diários é o fruto da paixão que a amizade teve por esses mesmos princípios.
Sensações nunca antes vividas poderão ser alcançadas. Não quero saber de nada, quero apanhar flores e beber limonada!
Vou comer algo normal e ver as gordas do jornal!

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